FRUTO DO ESPIRITO: COMO DEVEMOS AMAR?
I CORINTÍOS 13:4-13
Quando temos em mente o fruto do Espírito como citado no livro aos gálatas em seu cap. 05 versos 22 ficamos pensando na forma de amor que Deus requer de cada um de nós, agora como seus filhos e filhas, pessoas que foram salvas e resgatadas por Cristo Jesus.
Isto nos leva a procurar nas escrituras a resposta para esta indagação e ver o que precisa ser lapidado em nossas vidas, uma vez que, como novas criaturas queremos ser usados por Deus e desta forma demonstrar o amor que recebemos. De graça recebestes de graça daí, já nos diz a Palavra de Deus.
Pensando nisto, nos deparamos com a carta de Paulo aos Coríntios em seu cap. 13, texto já conhecido, muitas vezes decorado, escrito até como lembrança em cartões de aniversário, natal, final de ano e outros mais, mas poucas vezes vivenciado, lamentavelmente.
Nisto pensando vamos discutir o contexto e a aplicação deste amor em nossas vidas; o texto se encontra na continuação do cap. 12 onde se discorre sobre os dons e seu uso na igreja e vem como o “caminho sobremodo excelente”, demonstrando que nada tem valor se não for pelo amor.
Antes de tudo, precisamos ter em mente que, amar é muito mais do que querer bem alguém ou ser bondoso, e deixar de lado obras como inimizade, ciúmes, iras, discórdias, facções e coisas semelhantes que nada são do que nossa natureza pecadora e destituída de Deus controlando nossa vida.
O amor é uma entrega incondicional, sem esperar recompensa, e isto requer de nós total dependência do Espírito de Deus, permitindo que Ele molde nossos pensamentos e atitudes conforme sua vontade.
Com isto basta a nós exercitar este amor incondicional, caminhando em excelência diante de Deus e sendo visto como modelo de vida, modelo de transformação a ser seguido dia após dia.
Por isso o amor deve saber esperar no Espírito de Deus, sabendo que Ele dará a resposta à nossa espera e isto em compaixão, mas compaixão que saia do fundo de nossas almas, que perdoa sem esperar o pedido de perdão, deixando de lado o estado de ignorância daqueles que não conhecem a Deus e seu amor, como experimentando pelos salvos.
Como podemos perceber, o amor deve ser exercitado diariamente em todas as circunstâncias de nossa existência para que não sejamos dominados por nosso egoísmo e façamos o que achamos que deve ser o certo. Em se tratando de convivência com outras pessoas o que se pede é que abandonemos toda e qualquer atitude que não seja fazer com que nossos irmãos sejam edificados.
Devemos sempre lembrar que “o amor jamais acaba” e é maior do que qualquer coisa que possamos fazer por nossos semelhantes. Tenhamos sempre em mente a parábola do bom samaritano e muito mais o amor de Deus através de Jesus Cristo por cada um de nós.
Quando temos em mente o fruto do Espírito como citado no livro aos gálatas em seu cap. 05 versos 22 ficamos pensando na forma de amor que Deus requer de cada um de nós, agora como seus filhos e filhas, pessoas que foram salvas e resgatadas por Cristo Jesus.
Isto nos leva a procurar nas escrituras a resposta para esta indagação e ver o que precisa ser lapidado em nossas vidas, uma vez que, como novas criaturas queremos ser usados por Deus e desta forma demonstrar o amor que recebemos. De graça recebestes de graça daí, já nos diz a Palavra de Deus.
Pensando nisto, nos deparamos com a carta de Paulo aos Coríntios em seu cap. 13, texto já conhecido, muitas vezes decorado, escrito até como lembrança em cartões de aniversário, natal, final de ano e outros mais, mas poucas vezes vivenciado, lamentavelmente.
Nisto pensando vamos discutir o contexto e a aplicação deste amor em nossas vidas; o texto se encontra na continuação do cap. 12 onde se discorre sobre os dons e seu uso na igreja e vem como o “caminho sobremodo excelente”, demonstrando que nada tem valor se não for pelo amor.
Antes de tudo, precisamos ter em mente que, amar é muito mais do que querer bem alguém ou ser bondoso, e deixar de lado obras como inimizade, ciúmes, iras, discórdias, facções e coisas semelhantes que nada são do que nossa natureza pecadora e destituída de Deus controlando nossa vida.
O amor é uma entrega incondicional, sem esperar recompensa, e isto requer de nós total dependência do Espírito de Deus, permitindo que Ele molde nossos pensamentos e atitudes conforme sua vontade.
Com isto basta a nós exercitar este amor incondicional, caminhando em excelência diante de Deus e sendo visto como modelo de vida, modelo de transformação a ser seguido dia após dia.
Por isso o amor deve saber esperar no Espírito de Deus, sabendo que Ele dará a resposta à nossa espera e isto em compaixão, mas compaixão que saia do fundo de nossas almas, que perdoa sem esperar o pedido de perdão, deixando de lado o estado de ignorância daqueles que não conhecem a Deus e seu amor, como experimentando pelos salvos.
Como podemos perceber, o amor deve ser exercitado diariamente em todas as circunstâncias de nossa existência para que não sejamos dominados por nosso egoísmo e façamos o que achamos que deve ser o certo. Em se tratando de convivência com outras pessoas o que se pede é que abandonemos toda e qualquer atitude que não seja fazer com que nossos irmãos sejam edificados.
Devemos sempre lembrar que “o amor jamais acaba” e é maior do que qualquer coisa que possamos fazer por nossos semelhantes. Tenhamos sempre em mente a parábola do bom samaritano e muito mais o amor de Deus através de Jesus Cristo por cada um de nós.
Deus seja louvado.
Rogério Percel Aires
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